
A escassez de medicamentos imunossupressores, cruciais para a sobrevivência de pacientes transplantados, também se tornou uma grave ameaça no estado. Hospitais e associações de pacientes no estado relatam a dificuldade em obter esses fármacos, que são indispensáveis para evitar a rejeição do órgão transplantado e manter a qualidade de vida dos receptores.
A situação no RN reflete um problema nacional, mas a falta de acesso a esses medicamentos, que muitas vezes precisam ser importados ou têm um alto custo, coloca em risco a vida dos transplantados potiguares. A interrupção do tratamento pode levar à rejeição do órgão, comprometendo o sucesso do transplante.
O governo estadual e o Ministério da Saúde enfrentam a pressão para garantir o fornecimento contínuo e acessível desses medicamentos. Problemas na cadeia de suprimentos, atrasos em processos de compra e a própria complexidade logística para a distribuição desses fármacos são apontados como desafios. Pacientes e suas famílias no Rio Grande do Norte esperam por soluções urgentes para assegurar que o tratamento essencial não seja interrompido.